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Posts do blog (24)

  • Women in the Workplace 2025: O que realmente está impedindo o avanço das mulheres e como podemos mudar isso em 2026

    O relatório Women in the Workplace 2025, da McKinsey e da Lean In, traz um retrato profundo — e preocupante — da experiência das mulheres nas organizações hoje. Não estamos falando apenas de números, mas de padrões persistentes que moldam carreiras, influenciam decisões e determinam quem avança e quem fica pelo caminho. E o que o relatório mostra é algo que todas nós já percebemos na prática: o problema nunca foi a falta de ambição das mulheres. O problema é a falta de suporte. A pesquisa evidencia que as mulheres continuam recebendo menos apoio gerencial em todas as etapas da carreira. Menos feedback claro, menos advocacy, menos acesso a oportunidades estratégicas e menos visibilidade. Isso significa que, muitas vezes, elas precisam decifrar sozinhas regras informais, navegar expectativas implícitas e trabalhar o dobro para serem vistas com o mesmo nível de prontidão que homens são percebidos. Quando esse apoio não acontece, o impacto é imediato: a trajetória desacelera, a confiança enfraquece e a sensação de carregar o mundo nas costas aumenta. E não por falta competência, força ou vontade, mas porque o ambiente não sustenta a jornada. É aqui que surge um dado forte do relatório: pela primeira vez, aparece um “gap” de ambição entre homens e mulheres. A explicação para isso é múltipla e reflete principalmente o momento estadunidense, porém traz algo poderoso num contexto ampliado: quando mulheres recebem o mesmo nível de suporte que os homens, a ambição simplesmente se iguala. Não há diferença. A ambição feminina não diminuiu. Ela está sendo drenada pela falta de estrutura, patrocínio, clareza e apoio consistente. Com base na nossa experiência na Éssi podemos afirmar que iniciativas isoladas não resolvem esse desgaste. É preciso trabalhar com estruturas consistentes, capazes de transformar o cotidiano das mulheres e preparar líderes — especialmente gestores — para desempenhar um papel ativo na construção de carreiras mais justas. Destacamos dois movimentos que realmente mexem o ponteiro da organização: 1. Programas estruturados de aceleração de carreira para mulheres. Jornadas de treinamento que ampliam redes de apoio, fortalecem autoconfiança, destravam patrocínio, desenvolvem liderança e criam clareza de caminho. Mulheres que participam desses programas avançam mais e melhor. 2. Homens aliados como parte da solução. Homens seguem ocupando a maioria dos cargos de poder. Isso significa que sem eles, a mudança não escala. Quando eles se tornam aliados ativos - patrocinando, distribuindo oportunidades, ampliando vozes, questionando vieses - o jogo muda para todo mundo. É isso que cria ambientes onde mulheres prosperam e negócios crescem. E sim, cresce. O relatório reforça que empresas que investem em equidade têm maior inovação, melhores decisões, mais retenção e mais performance. Isso é estratégia empresarial. Por isso, 2026 será um ano decisivo. Não só para reparar o que ainda falta, mas para construir o que ainda não existe. É necessário criar ambientes onde as mulheres não precisam provar seu valor repetidamente e que o apoio gerencial é um padrão, não um privilégio. A Éssi está pronta para caminhar com você nessa construção. Desenhamos e implementamos programas de aceleração de carreira, jornadas de liderança inclusiva, trilhas de homens aliados, patrocínio estruturado e estratégias de cultura que transformam dados em resultado — para as mulheres e para o negócio. Se a sua organização quer fazer de 2026 um marco real de avanço, vamos juntas. Acesso ao relatório completo no link: https://womenintheworkplace.com/ #LiderançaFeminina #DesenvolvimentoDeCarreira #EquidadeDeGênero #MulheresQueInspiram #DiversidadeEInclusão #ProtagonismoFeminino Por Gisele Müller. Fundadora da Éssi. Consultora, mentora, trainer e coach com o mesmo propósito que a move desde o início: acelerar o crescimento de pessoas e organizações com profundidade e autenticidade. Coautora dos livros Diversidade e Inclusão e Suas Dimensões.

  • Homens Aliados: Ações Compartilhadas pela Equidade de Gênero

    Equidade é um trabalho de todos nós Falar sobre equidade de gênero não é falar sobre uma guerra dos sexos.É reconhecer que partimos de pontos de largada diferentes , com acessos desiguais a oportunidades, poder e reconhecimento — frutos de uma construção histórica e social. A busca por equidade não se trata de privilegiar um grupo, mas de corrigir distorções estruturais  que ainda limitam a plena participação e o desenvolvimento de talentos diversos. Isso só será possível se todas as pessoas — especialmente aquelas que historicamente ocuparam posições de maior poder — assumirem um papel ativo na mudança. Por isso, quando falamos de homens aliados , falamos de lideranças conscientes , que entendem que o avanço da equidade é um compromisso coletivo e um fator de inteligência organizacional.   Por que os homens aliados são fundamentais A literatura sobre equidade organizacional e liderança inclusiva mostra que os homens continuam a ocupar a maioria das posições de decisão e influência  — o que significa que nenhuma transformação será sustentável sem o engajamento genuíno deles. David Smith e Brad Johnson em Good Guys: How Men Can Be Better Allies for Women in the Workplace  reforçam que a presença de homens como aliados acelera mudanças estruturais, pois redistribui o esforço da equidade , deixando de ser uma luta exclusiva das mulheres. Outras referências, como o estudo da Cambridge University sobre “Men in the Middle” , destacam o papel dos gestores intermediários — aqueles que podem traduzir políticas em práticas e criar espaços seguros para a ascensão de mulheres. Esses estudos convergem para um ponto essencial: ser aliado não é falar sobre mulheres, é agir ao lado delas.   A Matriz dos Homens Aliados Para apoiar homens e mulheres a refletirem sobre onde estão nesta jornada pela equidade de gênero  — e como podem agir para acelerá-la — desenvolvemos uma matriz prática de perfis de aliados . Ela ajuda a identificar diferentes níveis de consciência e de ação em relação ao tema, estimulando conversas honestas e oferecendo caminhos concretos para transformar intenção em atitude. A matriz é construída com base em dois eixos: Eixo X – Nível de Consciência sobre Equidade de Gênero:  vai da negação à compreensão profunda das desigualdades. Eixo Y – Grau de Ação/Atitude em pró da Equidade de Gênero:  varia da passividade à atuação ativa e consistente. A combinação desses eixos gera cinco perfis comportamentais: A matriz não tem o objetivo de rotular, mas de ajudar a compreender o estágio de cada pessoa e definir estratégias de engajamento .A equidade é um processo de amadurecimento coletivo — e, assim como nas jornadas de liderança, cada pessoa pode evoluir a partir da consciência e da prática.   Do discurso à ação: como construir aliados reais A transformação começa quando homens entendem que ser aliado não é apenas apoiar mulheres individualmente , mas atuar sobre o sistema  que cria desigualdades.Algumas práticas essenciais: Aprender a escutar  sem defender ou justificar. Usar sua voz e influência  para amplificar ideias e reconhecer méritos. Intervir diante de microagressões  ou comportamentos inadequados. Rever práticas de gestão  que podem perpetuar vieses. Compartilhar espaços de poder , promovendo representatividade em projetos, eventos e lideranças. Cada gesto como aliado é uma peça de transformação cultural.   Equidade é uma jornada coletiva O futuro das organizações passa pela capacidade de criar ambientes onde todos os talentos possam alcançar seu pleno potencial .Reconhecer as diferenças de ponto de partida é o primeiro passo; o segundo é agir, juntos e juntas, para equilibrar o caminho.Homens aliados não são coadjuvantes — são protagonistas de uma mudança que busca oportunidades equânimes, respeito mútuo e a realização plena de todas as pessoas. #HomensAliados #EquidadeDeGênero #DiversidadeEInclusão #EquidadeNaPrática #AliadoAtivo #LiderançaInclusiva #CulturaOrganizacional #MudançaEstrutural #MatrizDeAliados #GestãoDePessoas #RH #Liderança #DesenvolvimentoOrganizacional #ConsultoriaEmDEI #EssiConsultoria #ConsultoriaEssi #BlogEssi Por Gisele Müller. Fundadora da Éssi. Consultora, mentora, trainer e coach com o mesmo propósito que a move desde o início: acelerar o crescimento de pessoas e organizações com profundidade e autenticidade. Coautora dos livros Diversidade e Inclusão e Suas Dimensões.

  • O Viés da Corda Bamba: Desafios e Caminhos para Mulheres na Liderança

    Quando falamos sobre mulheres em posições de liderança, não falamos apenas de números. Falamos de histórias , trajetórias e também de dilemas silenciosos que atravessam carreiras brilhantes. Um deles é conhecido como “double bind” — ou, em bom português, o dilema do “se fizer, é criticada; se não fizer, também” . É como se estivéssemos nos equilibrando em uma corda bamba. Esse paradoxo acompanha muitas mulheres em cargos de liderança: • Se atuam de forma colaborativa , são vistas como “boas, mas suaves demais”. • Se atuam de forma assertiva , são chamadas de “duras” ou “difíceis”. • Precisam provar competência várias vezes, mas muitas vezes recebem menos reconhecimento. • Quando são reconhecidas como competentes, podem deixar de ser vistas como “agradáveis”. Esse jogo de expectativas contraditórias cria barreiras invisíveis, que não apenas desgastam, mas também limitam o potencial de talentos incríveis. E o que podemos fazer para que possamos brilhar apesar do dilema? 1. Torne-se visível Não espere apenas que reconheçam seu trabalho: ocupe espaços de visibilidade, participe de projetos estratégicos e faça questão de mostrar suas conquistas. 2. Use a comunicação como aliada Ser clara sobre seus objetivos e aspirações abre portas. Dizer “eu quero liderar esse projeto” ou “essa é a posição que almejo” ajuda a quebrar barreiras invisíveis. 3. Construa redes de apoio Tenha pessoas mentoras, patrocinadores e pares que reforcem sua credibilidade e ampliem suas oportunidades. 4. Fale sobre o que precisa ser falado Quando se deparar com vieses ou estereótipos, traga-os para a mesa. Muitas vezes, o que é invisível só se torna transformável quando é nomeado. 5. Reforce sua autenticidade Não se trata de escolher entre ser “competente” ou “agradável”. Mulheres que inspiram são aquelas que lideram do seu jeito — combinando resultado com humanidade. E para as organizações? Empresas que desejam acelerar a presença de mulheres em cargos de liderança precisam olhar para além de programas de diversidade “no papel”. É fundamental: • Estruturar processos de avaliação livres de vieses, • Capacitar lideranças para reconhecer talentos sem rótulos, • E criar ambientes inclusivos onde estilos diferentes de liderança sejam igualmente valorizados. Ao longo da minha trajetória, tive o privilégio de acompanhar a carreira de diversas mulheres que, apesar desses dilemas, se destacaram, ocuparam espaços de decisão e transformaram suas organizações. Aprendi que o talento está aí: e que um ambiente organizacional que reconheça, valorize e sustente esse talento faz toda a diferença. Já vi mulheres brilharem quando receberam: Feedbacks estruturados e justos, Patrocínio de líderes que acreditavam nelas, Oportunidades visíveis e estratégicas; e Principalmente, quando puderam ser elas mesmas — sem precisar caber em um molde. Tenho certeza de que, quando damos espaço para que mulheres liderem de forma autêntica, toda a organização ganha: cresce a inovação, melhora o clima, e a performance se multiplica. E você, já viveu ou presenciou esse dilema do da corda bamba? Como tem trabalhado para superá-lo? #LiderançaFeminina #DesenvolvimentoDeCarreira #EquidadeDeGênero #MulheresQueInspiram #DiversidadeEInclusão #ProtagonismoFeminino Por Gisele Müller. Fundadora da Éssi. Consultora, mentora, trainer e coach com o mesmo propósito que a move desde o início: acelerar o crescimento de pessoas e organizações com profundidade e autenticidade. Coautora dos livros Diversidade e Inclusão e Suas Dimensões.

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  • Maite Westarb | Éssi Consultoria

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  • Politica de Trocas Devoluções e Cancelamento | Éssi Consultoria

    Esta Política de Entrega, Trocas e Cancelamentos visa esclarecer dúvidas e orientar os usuários que este encaminhamento foi fundamentado nas previsões legais do Código de Defesa do Consumidor para manter a transparência, o respeito e a confiança de nossos alunos. Antes de realizar a contratação de quaisquer produtos digitais, a Éssi solicita ao aluno que analise o conteúdo, o calendário e demais informações disponíveis no portal. 1. ENTREGA DE CURSOS 1.1. A entrega dos cursos online ocorrerão dentro do próprio site. 1.2. A entrega do acesso às vídeo-aulas é feita em até 24h a partir da confirmação do pagamento do curso, em ambiente próprio. Os cursos poderão ser entregues tanto na modalidade “total”, com acesso livre a todas as aulas, quanto na modalidade “sequencial”, onde as aulas são liberadas seguindo uma definição didática. 1.3. As inscrições são realizadas na plataforma do site de acordo com o curso de interesse do aluno, Na página poderá ser feito o pagamento a vista ou parcelado pelo cartão. 1.4. A Éssi reserva o direito de remanejar a data de início dos cursos desde que avise e justifique com antecedência ao aluno sobre o processo e garanta a entrega do serviço proposto. 2. TROCAS DE CURSOS 2.1. Fica assegurado ao aluno o direito de efetuar a troca do curso contratado por outro curso ofertado pela Éssi. 2.2. Quando o novo curso escolhido for de valor superior ao investido, o aluno deverá efetuar o pagamento complementar, e, quando novo curso for de valor inferior ao previamente contratado, a diferença ficará como crédito para o aluno utilizar em cursos futuros. 2.3. A troca, aqui prevista, poderá ser efetuada uma única vez, no prazo máximo de 7 (sete) dias úteis. 3. CANCELAMENTO DE CURSOS 3.1. Fica assegurado ao aluno o direito de cancelamento do curso contratado, fazendo jus ao reembolso total dos valores investidos, caso a solicitação de cancelamento ocorra antes de 7 dias após a compra. Caso a solicitação ocorra depois desse período e antes da realização da 1ª aula, o reembolso é calculado excluindo valores relativos as aulas programadas e parcela proporcional da compra correspondente ao valor do curso online de mesmo nome. 3.2. Caso o cancelamento seja solicitado após a realização da 1ª aula e até a realização da 2ª aula do curso, será devolvido o valor proporcional investido em relação às aulas ainda não realizadas, debitando impostos, taxa de transação e a parcela da compra correspondente ao valor do curso online. 3.3. Não haverá qualquer devolução de valores caso o cancelamento seja solicitado após realizada a 2ª aula do curso. 4. DEVOLUÇÃO DE VALORES 4.1. Respeitadas as diretrizes desta Política de Entrega, Trocas e Cancelamentos, serão efetuadas as devoluções de valores cabíveis em até 30 (trinta) dias contados da confirmação do cancelamento por parte da Éssi. 4.2. Em caso de pagamento por transferência bancária, somente serão efetuadas as devoluções na conta bancária em nome do aluno (nome impresso na Nota Fiscal de Serviço) que se cadastrou. 5. CASOS NÃO PREVISTOS 5.1. Para casos não previstos nesta política, deve ser realizada solicitação através de um dos canais de atendimento disponibilizados no site www.essi.com.br .

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